Em maio, as exportações de alumínio da China chegaram a 630 mil toneladas, alta de 16% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados aduaneiros. O aumento ajuda a preencher a escassez global causada pela guerra no Oriente Médio.
Os smelters chineses, principal polo produtor, ampliaram a produção para conquistar mais vendas internacionais. O conflito interrompeu fornecimentos de uma região-chave e elevou os preços do metal.
Paralelamente, as importações de petróleo bruto caíram a um mínimo de oito anos, refletindo impactos logísticos e de demanda na cadeia global. As informações são baseadas em dados oficiais de comércio externo da China.
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