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GDF anuncia ocupação do CAD-DF e economia de R$ 168 milhões em aluguéis

GDF inicia ocupação do CAD-DF; economia de até R$ 168 milhões em aluguéis por ano, com primeira etapa ocupando 31% do complexo em 90 dias

Celina Leão determina ocupação imediata do Centrad para reduzir gastos com alugueis - (crédito: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília)
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O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou a ocupação gradual do Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF), em Taguatinga. A medida, que começa nos próximos 90 dias, deve reduzir custos com aluguéis em até 168 milhões de reais por ano. A primeira etapa ocupará 31% do complexo.

A coletiva ocorreu no Palácio do Buriti. Hoje, o GDF gasta cerca de 14 milhões de reais mensais com aluguéis de imóveis de órgãos governamentais. A transferência das secretarias para o CAD-DF busca direcionar recursos a saúde, segurança, educação e obras.

A aposta é por maior eficiência administrativa. Com várias secretarias reunidas, a gestão pretende melhorar a integração institucional e o atendimento à população, concentrando demandas em um único espaço.

Secretarias envolvidas na primeira etapa

A Secretaria de Obras será a pioneira na mudança, com economia estimada de 3 milhões de reais por ano. Seduh (Desenvolvimento Urbano e Habitação) deve reduzir despesas em 5,5 milhões anuais. Mobilidade, Meio Ambiente e DF Legal terão reduções de 3,2 milhões, 3,1 milhões e 3,5 milhões, respectivamente.

A migração ocorrerá sem aquisição de novos móveis ou equipamentos, aproveitando a infraestrutura já existente. O Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) foi elaborado e não aponta impactos significativos na mobilidade nesta fase.

Contexto e impactos esperados

O CAD-DF, localizado próximo a Taguatinga, Ceilândia, Samambaia e Águas Claras, abrange áreas com população estimada em torno de um milhão de habitantes. O complexo tem acesso facilitado pelo transporte público, incluindo rodoviária e estação de metrô.

A tendência é que a ocupação fortaleça a economia local e aumente a circulação de pessoas, além de valorizar imóveis da região. O governo também destacou que o terreno sempre pertenceu ao Distrito Federal e não há impedimentos legais para a ocupação parcial do espaço.

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