Nova fase da IA amplia vencedores para além das 7 Magníficas, diz J.P. Morgan Asset
A valorização forte das bolsas americanas em 2026 pode sugerir apenas entusiasmo com as grandes empresas de tecnologia. Gabriela Santos, CEO e estrategista de mercados globais da J.P. Morgan Asset Management, afirma que a IA atravessa uma nova etapa. O foco agora está em companhias que efetivamente capturam ganhos econômicos.
Segundo Santos, o interesse deixa de se concentrar apenas em gigantes da tecnologia. Investidores devem observar empresas que geram valor por meio de tecnologia aplicada e melhoria operacional. Em especial, destacam-se semicondutores ligados a memória e a unidades de processamento (CPUs).
A executiva aponta que várias outras companhias podem se beneficiar. Entre elas, chips de memória e componentes de fabricantes da Coreia do Sul e de Taiwan aparecem como oportunidades relevantes para o mercado global de tecnologia. A visão sugere diversificação além das chamadas “7 Magníficas”.
Perspectivas de investimento
A análise reforça que o ciclo atual valoriza o impacto econômico da tecnologia. Em 2026, empresas com capacidade de transformar processos de produção e eficiência energética tendem a ter ganhos mais robustos. A tendência amplia o conjunto de vencedores e reduz o peso exclusivo das gigantes de tecnologia.
Entre na conversa da comunidade