A Ferrovial busca abrir antes da Navidad la Terminal 1 do JFK, em Nova York, com tarifas livres. A primeira fase deveria ter sido inaugurada em junho, mas o atraso adiou a abertura para o outono, com a meta de não perder a temporada de fim de ano. Air Europa foi o último cliente a confirmar, elevando para 21 acordos e nove cartas de intenção.
As obras já atingem cerca de 90% de avanço. Testes básicos de operação começaram no primeiro trimestre, incluindo o sistema de gestão de bagagens. A NTO concentra operações de companhias alinhadas às alianças Sky Team e Star Alliance, entre elas Air France, KLM, Etihad, Turkish e Air Europa.
Progresso da obra
A nova terminal ocupará 223 mil m², sobre a atual T1, a antiga T2 e a T3. Vizinhas estão American Airlines e Delta em outras áreas do JFK; outras ligadas à Oneworld utilizam a T8, aberta em 2022. United e Southwest operam a partir de Newark.
O grupo de investidores que acompanha a Ferrovial envolve Carlyle (4%), JLC Infrastructure (30%) e Ullico (19% direto). A empresa comprometeu 1,142 bilhão de dólares de capital próprio, com aporte total de 2,33 bilhões entre os sócios; já houve desembolso de 1,068 bilhão até o fim de 2025.
Estrutura financeira
O projeto é visto como gerador de valor para o grupo, que encerrou a refinanciação de dívida com bonds verdes de 1,4 bilhão de dólares, com vencimento médio de 28 anos e custo de 5,4%. A fase inicial da NTO tem orçamento total de 6 bilhões de dólares, com até 4,2 bilhões pagos à Autoridade Portuária durante o período concessional.
O JFK é o quinto maior em tráfego nos EUA e líder no fluxo internacional, com quatro pistas e cerca de 100 companhias atendidas. A capacidade atual de 63 milhões de passageiros deve subir para 75 milhões até 2030, segundo o plano de modernização da PANYNJ.
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