Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Pesquisa da Seade aponta queda no número de trabalhadoras domésticas

Pesquisa aponta queda no total de trabalhadoras domésticas em São Paulo, chegando a 1,1 milhão; recuo maior entre com carteira assinada e maioria feminina permanece

Entre 2024 e 2025, o recuo foi de 7%, no geral, principalmente por conta da grande queda no número de trabalhadoras com carteira assinada – Foto: Michal Jarmoluk via Pixabay – CC
0:00
Carregando...
0:00

O estudo da Fundação Seade aponta queda no número de trabalhadoras domésticas em São Paulo. Em 2012, mulheres representavam 14,2% das mulheres ocupadas no estado; em 2024 eram 11,5% e, em 2025, 10,6%. O total de trabalhadoras chega a 1,1 milhão.

Entre 2024 e 2025, houve queda global de 7%. A redução ocorreu principalmente pela diminuição de trabalhadoras com carteira assinada, que caiu 17,2% nesse período. Quem não tinha registro também recuou, em 5,5%, entre 2024 e 2025.

Registro em carteira: mudanças e impactos

A participação de trabalhadoras com carteira no total do setor caiu de 33% para 29%, enquanto as que atuavam sem registro aumentaram de 67% para 71%. O padrão reforça a predominância feminina no grupo observado pela Seade.

Mesmo assim, o setor permanece majoritariamente feminino: mais de 90% das pessoas ocupadas nessas atividades eram mulheres em 2025. Entre elas, 56,5% eram negras, e 64% tinham entre 40 e 59 anos de idade.

Perfil socioeconômico e jornada de trabalho

Em 2025, a jornada média semanal das trabalhadoras com carteira assinada foi de 39 horas, uma hora a mais que a média estadual. Para as domésticas não registradas, a semana ficou em 29 horas.

O rendimento médio por hora foi de R$ 12,86, aproximadamente a metade do rendimento médio das mulheres ocupadas no estado, que ficou em torno de R$ 24. A escolaridade também apresenta avanços: 40,5% das trabalhadoras tinham ensino médio completo.

Observações finais

Dados destacam que, despite a maioria feminina, as condições de formalização e remuneração ainda apresentam desafios. O estudo compara séries ao longo de 2012, 2024 e 2025 para traçar tendências sobre mercado de trabalho doméstico no estado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais