O mercado financeiro recebe mais fôlego para fiscalização: a CVM passa a contar com verbas adicionais para monitorar participantes e proteger investidores.
Entretanto, especialistas ressaltam que aumentar o orçamento não garante punição exemplar de irregularidades. A disposição para agir depende de fatores administrativos e políticos que vão além dos recursos.
A cada caso de fraude contábil, investidores sofrem perdas e surge a dúvida sobre a atuação de auditores independentes na detecção de possíveis falhas e falhas de governança.
O cenário atual coloca a CVM sob pressão para ampliar a vigilância, envolvendo temas de auditoria, governança corporativa e sanções, com foco em reforçar a confiabilidade do mercado.
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