O Goldman Sachs e o JPMorgan Chase flexibilizaram, de forma temporária, o retorno ao escritório durante a Copa do Mundo. Funcionários podem solicitar trabalhar de casa nos dias de jogos, para evitar pressão de deslocamento nas cidades-sede, incluindo Nova York.
Também segundo fontes, o Citigroup adotou política semelhante, mantendo funções híbridas e incentivando remoto nas cidades-sede durante o torneio. A medida visa reduzir congestionamentos esperados com a realização de oito jogos na região de Nova York e Nova Jersey.
Contexto logístico
Segundo o Financial Times, a política do JPMorgan vale para EUA, Canadá e México. A Copa do Mundo de 2026 traz grande fluxo de torcedores e deslocamentos intensos, o que impacta redes de transporte locais. Atividades presenciais permanecem opcionais conforme necessidade de cada equipe.
Histórico das lideranças
David Solomon, CEO do Goldman Sachs, já criticou o home office no passado, chamando-o de aberração. Jamie Dimon, chefe do JPMorgan, também se posicionou contrariamente às políticas de trabalho remoto em discursos internos. As decisões atuais sinalizam flexibilização temporária para o período da Copa.
Observação adicional
O Goldman Sachs foi grupo entre os primeiros a encerrar o trabalho remoto na pandemia. O JPMorgan já planejou retornos ao escritório mais agressivos em anos anteriores, antes da nova flexibilização durante o torneio.
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