O preço médio das moradias na China caiu 0,2% em maio, mantendo a trajetória de queda que caracteriza a crise imobiliária. A queda acumula impactos sobre a demanda doméstica e a atividade econômica no país.
O ajuste de preços intensifica as dificuldades do setor, que já enfrenta pressão de crédito restrito, menor confiança dos compradores e atraso de projetos. O efeito se traduz em menor dinamismo no mercado de construção e venda de imóveis.
Envolvidos na dinâmica estão o segmento imobiliário, compradores, instituições financeiras e autoridades regulatórias. A crise se mantém como um peso relevante para o consumo e o crescimento econômico doméstico.
O contexto ressalta que, apesar de medidas de apoio, a recuperação do mercado imobiliário permanece frágil. Governos locais e bancos seguem atentos aos sinais de demanda e à disponibilidade de crédito.
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