Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Talento redefine o futuro do trabalho, segundo especialistas

Em meio ao apagão de talentos, empresas passam a valorizar habilidades verificáveis e aprendizagem contínua, abrindo portas à diversidade e à inovação

Hoje, o diploma é só o ponto de partida de uma jornada muito mais ampla e dinâmica — Foto: Unsplash
0:00
Carregando...
0:00

Entre avanços tecnológicos e escassez de talentos, o mercado vive uma virada: habilidades emergem como nova moeda. O diploma continua relevante, mas é apenas o ponto de partida para uma jornada mais dinâmica, onde aprender e reaprender é essencial.

Relatórios globais apontam que, em cinco anos, 44% das competências cruciais mudam. Analítico, criativo, liderança, IA e big data já redefinem regras. Empresas como Google, Accenture e IBM priorizam comprovação de competência em vez de diplomas.

No Brasil, dados da Gupy revelam alta demanda por IA, com machine learning presente em quase metade das vagas que mencionam o tema. A IA aparece em 37% dos anúncios, e ML é o termo guarda-chuva para habilidades associadas.

Recrutamento e seleção

Mudança começa na porta de entrada. Em vez de filtros por histórico acadêmico, adotam-se avaliações práticas, desafios técnicos e estudos de caso. Entrevistas passam a testar resolução de problemas, colaboração e adaptabilidade.

Entrevistas devem valorizar competências comportamentais. O foco é identificar como o candidato aplica conhecimento no dia a dia, não apenas o que estudou. O objetivo é alinhar habilidades com as demandas da função.

Avaliação e desenvolvimento

Modelos de feedback contínuo substituem avaliações anuais subjetivas. Mapas de habilidades claros definem competências críticas por equipe. O gestor atua como mentor, cocriando Planos de Desenvolvimento Individual.

Planos de desenvolvimento passam a orientar trajetórias, com lacunas identificadas e ações concretas. A jornada fica conectada ao objetivo organizacional, fortalecendo desempenho e retenção.

Progressão de carreira

O modelo tradicional de escalada fica para trás. Redes de carreira permitem movimentos laterais e horizontais para ampliar repertório. Talentos desenvolvem habilidades em várias áreas, ampliando versatilidade.

Essa abordagem gera equipes mais ágeis e engajadas, com maior diversidade de experiências. A organização ganha capacidade de adaptação frente a mudanças rápidas do mercado.

Mariana Dias é CEO da Gupy. A visão apresentada reflete uma transformação estrutural no RH, com foco em pessoas, capacidades e aprendizado contínuo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais