A revista The Economist publicou nesta quarta-feira, 17 de junho, uma reportagem sobre Minas Gerais. O texto afirma que as finanças do estado estão em ruínas e que o próximo governo terá grande desafio pela frente.
O artigo destaca o elevado endividamento de MG, com despesas previdenciárias e juros consumindo boa parte da capacidade de investimento. O cenário é apresentado como espelho para a futura gestão federal.
A matéria analisa a disputa eleitoral no estado e a influência de MG no pleito nacional. Observa que Lula lidera no histórico de votos em Minas, mas aponta fragilidade do PT local e maior espaço para a direita.
Também é mencionada a qualidade das vias do estado e a gestão de minérios, com boa parte da produção exportada sem beneficiamento. Esses pontos são citados como componentes do quadro fiscal.
Reação do governo mineiro
Em nota, o governo de Mateus Simões (PSD) afirma ter adotado medidas de responsabilidade fiscal, eficiência do gasto, modernização da arrecadação e regularização do fluxo financeiro estadual. A gestão aponta impactos da administração anterior, encerrada em 2019, sob Fernando Pimentel.
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