O dólar segue em alta nas moedas estrangeiras, atingindo a maior marca em mais de um ano frente pares desenvolvidos. O recuo da libra esterlina acompanha a decisão do BoE e a fraqueza do iene continua pressionando intervenções japonesas.
O Fed manteve os juros estáveis, mas sinalizou cautela com a inflação. Em nota, analistas destacam que a instituição parece pronta para agir caso a inflação se desvie ainda mais do alvo. A estreia de um novo presidente da instituição também foi identificada como fator de movimento.
Fed e BoE: sinais de política monetária
Nos EUA, o índice DXY operava em alta, enquanto o euro recuava e a libra caía. Até 9h10, o dólar mostrava avanço frente o iene, que seguia pressionado por desvalorizações recentes.
Câmbio global e reação de autoridades
No Reino Unido, a libra atingiu mínimos de dois meses e meio após o BoE manter a taxa em 3,75%. Inspetores do banco adiantaram tom mais conservador, ainda que dois membros apoiem uma alta de juros em reunião futura.
No Japão, o iene terminou no menor nível desde julho de 2024 frente ao dólar. Autoridades reiteraram prontidão para intervir no mercado cambial se necessário, com o secretário-chefe do gabinete destacando disponibilidade para responder a oscilações.
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