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BTG Pactual ajusta carteira e aposta em ações de varejo após resultados positivos

BTG Pactual e Santander ajustam carteiras, apostando em varejo e fintechs, enquanto projetam crescimento do Ibovespa com influxo estrangeiro.

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O BTG Pactual decidiu aumentar o risco em sua carteira de ações, focando mais em varejo e fintechs, após resultados melhores do que o esperado e a queda das taxas de juros. O banco retirou ações de setores financeiros e de utilidades, como Banco do Brasil e Caixa Seguridade, e incluiu empresas como SmartFit e Mercado Livre, que têm mostrado bom desempenho. A exposição ao setor financeiro caiu de 60% para 40%. O Santander também está otimista e elevou sua projeção para o Ibovespa, destacando a entrada de capital estrangeiro e a redução do custo de capital. O banco viu uma entrada significativa de investimentos estrangeiros e acredita que isso pode continuar, especialmente se os impostos sobre dividendos nos EUA aumentarem, o que poderia desviar investimentos para o Brasil. O Santander fez ajustes em sua carteira, trocando ações como C&A e Banco do Brasil por Lojas Renner e BTG Pactual, e acredita que o foco agora deve ser em empresas com bons fundamentos.

O BTG Pactual e o Santander realizaram ajustes em suas carteiras recomendadas, refletindo uma nova perspectiva sobre a bolsa brasileira. O BTG, após resultados positivos e a queda das taxas de juros, aumentou a exposição a ações de varejo e fintechs, reduzindo a participação em setores financeiros e de utilities. O banco reconheceu que foi conservador em suas escolhas anteriores e agora incluiu ações da SmartFit e do Mercado Livre em sua carteira.

A equipe do BTG, liderada por Carlos Sequeira, destacou que as ações de varejo trouxeram surpresas positivas na temporada de resultados. Com isso, a exposição ao setor financeiro caiu de 60% para 40%. O Banco do Brasil foi retirado da carteira devido a resultados decepcionantes, enquanto o Nubank foi adicionado. O BTG também fez mudanças no setor imobiliário, substituindo a Cury pela Cyrela, que apresenta uma execução sólida.

Projeções do Santander

O Santander elevou sua projeção para o Ibovespa de 145 mil para 160 mil pontos até o fim de 2025, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e pela redução do custo de capital. Em maio, o Brasil recebeu cerca de R$ 10 bilhões em investimentos estrangeiros, com destaque para o ETF EWZ, que atraiu R$ 2,5 bilhões.

Os analistas do Santander acreditam que a bolsa brasileira pode estar entrando em uma nova fase, onde a seletividade nas escolhas de ações será mais valorizada. O banco fez ajustes em sua carteira, substituindo a C&A pela Lojas Renner e o Banco do Brasil pelo BTG Pactual. A TOTVS também foi retirada, dando lugar à Rede D’Or, que possui um forte perfil de crescimento.

O cenário atual é considerado favorável, com a expectativa de que o fluxo de investimentos estrangeiros continue a impulsionar a bolsa brasileira. A equipe do Santander observa que a combinação de valuations atrativos e a possibilidade de queda nas taxas de juros reais está atraindo investidores.

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