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Brasil registra 64 milhões de CNPJs, mas apenas 39% estão ativos em 2025

Brasil atinge 64 milhões de CNPJs, mas apenas 39,18% estão ativos. Desigualdade entre estados revela concentração alarmante de empresas.

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Em março de 2025, o Brasil registrou 64 milhões de CNPJs, mas apenas 39,18% estão ativos. Um estudo da BigDataCorp mostra que a distribuição de empresas é desigual entre os estados. Em São Paulo, há 45% mais empresas do que o esperado para sua população, enquanto estados como Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul também têm uma boa quantidade de negócios. Por outro lado, na Amazônia Legal, estados como Maranhão e Pará têm menos da metade do número de empresas que deveriam ter, considerando o tamanho de suas populações. Isso acontece porque as condições para abrir um negócio variam muito no país, e estados com mais empresas tendem a gerar ainda mais empreendimentos.

O Brasil ultrapassou 64 milhões de CNPJs registrados em março de 2025, mas apenas 39,18% estão ativos. Um estudo da BigDataCorp, com dados da Receita Federal, revela desigualdade na distribuição de empresas em operação entre os estados.

A análise mostra que a relação entre o número de empresas ativas e a população apresenta desequilíbrios significativos. Em São Paulo, a razão é de 1,45, indicando que há 45% mais empresas do que o esperado para sua população. Outros estados com alta concentração de empresas incluem Santa Catarina (1,41), Paraná (1,29) e Rio Grande do Sul (1,21).

Desigualdade Regional

Por outro lado, regiões da Amazônia Legal, como Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Amapá e Roraima, apresentam razões abaixo de 0,5. Isso significa que essas áreas têm quase 60% menos empresas do que seria esperado com base em suas populações.

Thoran Rodrigues, CEO da BigDataCorp, destaca que as condições para empreender não são homogêneas no Brasil. Ele explica que, além de incentivos locais e características socioeconômicas distintas, existe um efeito de rede. “Um estado com muitas empresas estimula a criação de novos negócios, aumentando a concentração ao longo do tempo,” afirma Rodrigues.

Esses dados ressaltam a necessidade de políticas que promovam um ambiente mais equilibrado para o empreendedorismo em todo o país.

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