Mark Zuckerberg, CEO do Meta, tem expandido sua propriedade em Kauai, Havaí, desde 2014, formando o rancho Ko’Olau, que agora abrange mais de 9,3 km². Recentemente, ele anunciou a criação de gado de corte na área, com o objetivo de produzir carne de alta qualidade. Os animais, das raças wagyu e angus, serão alimentados com refeições à base de macadâmia e cerveja, ingredientes cultivados no próprio rancho.
Entretanto, a propriedade também levanta preocupações sobre um cemitério familiar localizado nas proximidades. De acordo com a revista Wired, restos mortais de familiares de Julian Ako, membro do Oahu Island Burial Council, podem estar enterrados na área. O conselho é responsável por preservar locais de sepultamento no Havaí. A investigação do Departamento de Terras e Recursos Naturais dos Estados Unidos indicou a possibilidade de sepulcros adicionais na região.
Zuckerberg reconhece a existência do cemitério desde 2015, permitindo visitas supervisionadas aos túmulos. Contudo, a confidencialidade do projeto pode dificultar a identificação de outros restos mortais. Ako expressou preocupações sobre a segurança dos trabalhadores que poderiam encontrar ossadas, uma vez que acordos de confidencialidade podem impedir que eles falem publicamente sobre a situação.
Além disso, a propriedade de Zuckerberg se tornou uma das maiores do estado, rivalizando com outros grandes proprietários, como Larry Ellison, que investiu em um resort de luxo na ilha de Lanai. A expansão do rancho Ko’Olau reflete não apenas a ambição do empresário, mas também os desafios relacionados à preservação cultural e histórica da região.
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