Alan Niven, ex-gerente do Guns N’ Roses, entrou com uma ação judicial contra a banda, contestando a validade de uma cláusula de confidencialidade em um acordo de buyout. O processo questiona a alegação da banda de que seu novo livro, *Sound N’ Fury: Rock N’ Roll Stories*, viola esse acordo, que, segundo Niven, não foi assinado por todos os membros, incluindo Axl Rose.
O litígio, que já atrasou o lançamento do livro, agora está previsto para 2026. Niven argumenta que a cláusula de confidencialidade é inválida e inaplicável, uma vez que ele mesmo foi alvo de declarações prejudiciais feitas por membros da banda. O ex-gerente afirma que tanto Slash quanto Duff McKagan violaram o acordo ao comentar sobre sua pessoa de forma negativa.
Além disso, Niven destaca que a banda nunca se opôs quando ele respondeu a comentários feitos sobre ele na mídia. Ele também menciona que, entre 2015 e 2018, teve comunicações com membros do Guns N’ Roses que incentivaram a escrita do livro. A ação judicial ressalta que a banda enviou uma carta ao editor, ECW Press, em maio, alegando que o livro infringia o acordo, o que resultou em milhares de cópias do livro armazenadas sem lançamento.
Detalhes do Litígio
O processo de Niven busca a declaração de não aplicabilidade do acordo de confidencialidade e acusa a banda de interferência contratual. Ele alega que a pressão da banda fez com que o lançamento do livro fosse adiado repetidamente, acumulando custos de armazenamento. O autor do livro busca compensação e uma decisão judicial que reconheça as quebras contratuais por parte da banda.
O caso destaca as tensões entre Niven e os membros do Guns N’ Roses, refletindo uma disputa que remonta à época em que ele foi gerente da banda, entre 1986 e 1991. A situação continua a evoluir enquanto o público aguarda o lançamento de *Sound N’ Fury*.
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