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Jeff Kinney, autor de Diário de um Banana, revela seus seis livros favoritos

Jeff Kinney relembra a infância com poucos recursos e diz que, se os filhos pediam livro, a resposta era sim, fortalecendo a biblioteca familiar e a recomendação de The Arrival

"Diary of a Wimpy Kid" author Jeff Kinney shares his favorite books. Tom Struzziero; Amazon
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Jeff Kinney, autor de Diary of a Wimpy Kid, tem uma biblioteca familiar que cresceu ao longo dos anos com livros de qualidade para seus filhos. O novo título Diary of a Wimpy Kid #20: Partypooper já está à venda, e Kinney atua também como proprietário de uma livraria independente em Massachusetts.

Ao relembrar a trajetória, Kinney releva que, quando os filhos eram pequenos, a família tinha recursos limitados. Mesmo assim, prometeu que qualquer pedido de livro seria atendido, reforçando o compromisso com a leitura na casa.

Essa história de incentivo resulta hoje na rotina de leitura dos filhos, que são leitores ávidos. Kinney afirma que o investimento inicial em livros de qualidade valeu a pena, ajudando a transformar o hábito em prática constante.

Ainda em entrevista, Kinney indica leituras consideradas essenciais para seus filhos, destacando obras que ampliam a empatia. Entre elas está The Arrival, de Shaun Tan, uma obra visual e sem palavras que aborda a experiência de imigrantes.

Kinney descreve The Arrival como uma leitura que permite compreender a experiência de outras pessoas ao entrar em contextos novos. Segundo ele, livros atuam como ferramentas de empatia ao incentivar a compreensão de realidades diferentes.

O autor também relembra que os livros escolhidos para a biblioteca da família tinham como objetivo oferecer qualidade e repetição de leitura. Hoje, Kinney observa que os dois filhos continuam sendo leitores frequentes.

A entrevista publicada pela imprensa Fran launches, conhecida como Page Six, aponta que Partypooper já está disponível para compra. Kinney permanece ativo na área editorial e mantém a livraria independente em Massachusetts.

Fonte do material consultada pela reportagem indica que Kinney sugere leituras que influenciaram sua própria formação como escritor. As recomendações incluem obras que misturam arte visual e narrativa para promover compreensão e empatia.

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