Hemingway e Fitzgerald aparecem na história literária por meio de uma lembrança publicada postumamente, em Paris. Em relatos de suas memórias, eles descrevem um episódio em que a conversa entre os dois amigos ganhou contornos inusitados. O episódio envolve observação e aconselhamento entre figuras da literatura americana.
Segundo o relato, F. Scott Fitzgerald, após uma fala de Zelda sobre o tema, procurou o amigo Ernest Hemingway em Paris para esclarecer a dúvida sobre seu próprio corpo. O encontro ocorreu em meados da década de 1920, em ambiente de convivência de escritores na capital francesa.
O relato descreve a incursão de ambos ao banheiro e, em seguida, uma avaliação sobre o tamanho do pênis de Fitzgerald. A saída seguinte envolve aconselhamentos, visita ao Louvre e orientação de autoimagem, com tom de provocação, humor e demonstração de confiança entre os pares.
Contexto e cautelas
A veracidade do episódio é questionada por historiadores da literatura. Hemingway é reconhecido como narrador não confiável em suas próprias memórias, o que levanta dúvidas sobre a confiabilidade dos detalhes. A amizade entre os dois escritores também é citada como fonte de possíveis exageros.
O impacto do episódio na percepção literária é discutido por estudiosos. Autores de obras críticas observam que a passagem pode ter servido para ironizar ou atacar a obra de Fitzgerald, exercendo influência indireta sobre a recepção de seus textos. A história, porém, permanece como uma das anedotas mais comentadas cruamente no meio literário.
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