Neil Gaiman contesta acusações de abuso sexual, afirmando que são falsas e resultado de uma campanha de difamação. Em sua primeira comunicação desde o surgimento das alegações, ele afirmou que há evidências que contradizem as acusações.
As acusações vieram a público em julho de 2024 por uma equipe da Tortoise Media, com uma investigação pública ampla. Em janeiro de 2025, a New York Magazine consolidou as informações em um novo material; Gaiman reforçou que nunca teve atividade sexual não consensual.
Nove mulheres declararam ter sido alvo de conduta sexual inadequada por parte do autor. Entre as denunciantes está Scarlett Pavlovich, ex-namorada de trabalho de Gaiman e da esposa dele, Amanda Palmer. O casal está em processo de divórcio.
Na postagem recente, Gaiman disse que foi alvo de uma campanha de difamação que se espalhou pela imprensa e redes, com divulgação de mensagens que contradizem as acusações. Ele sugeriu que a cobertura não levou em conta evidências existentes.
Após as denúncias, editoras e empresas ligadas ao escritor tomaram medidas: a Dark Horse rompeu relação com ele, a DC Comics retirou uma reedição programada de seus trabalhos e uma adaptação teatral de Coraline foi cancelada.
Apesar da controvérsia, Gaiman afirmou ter retomado a escrita e estar próximo de concluir um novo romance. O escritor agradeceu o apoio de leitores que mantiveram a confiança na sua inocência.
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