A história dos Mamonas Assassinas ganha mais um capítulo neste 30º aniversário do acidente que tirou a vida dos integrantes. Em 23 de fevereiro, as cinzas cremadas dos músicos foram exumadas para um projeto que transforma as cinzas em sementes para o plantio de uma árvore. Na ocasião, algumas namoradas da banda à época se pronunciaram publicamente.
O grupo, formado por Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, perdeu os componentes na noite de 2 de março de 1996, quando a aeronave caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo. A repercussão da tragédia ainda ressuscita lembranças dos relacionamentos com ex-parceiras da banda.
Aninha Almeida, que manteve um relacionamento com Bento Hinoto, escreveu mensagens emocionadas celebrando a memória do músico e a amizade que os cercava. A ex-namorada também destacou o impacto da perda para fãs e familiares.
Mirella Zacanini, que namorou Dinho entre 1992 e 1995, relembrou a trajetória da banda e a mudança que o roqueiro sofreu com o sucesso. Ela hoje atua na educação formal, coordenando uma escola cristã de artes voltada a crianças.
Valeria Zoppello, parceira de Dinho no auge da fama, manteve um perfil discreto após o fim do relacionamento. Aos 51 anos, ela vive na região serrana e trabalha com fotografia, mantendo um contato reservado com o passado junto aos fãs.
Cláudia Gaiga, namorada de Sérgio Reoli antes da ascensão nacional, permanece com vida discreta, casada e mãe de dois filhos. Ela participou de gravações de um filme sobre a banda, registrando momentos com a atriz que a retratou.
Ao longo do texto, a narrativa reforça que os relacionamentos da época eram tratados com reserva pela banda, que preferia manter a vida pessoal longe dos holofotes, em contraste com a imagem irreverente no palco.
O episódio de exumação e o tributo às raízes da banda, sob o projeto das cinzas, conectam o passado ao presente sem alterar a memória dos cinco músicos. O movimento lembra o legado artístico e humano do grupo dos anos 90.
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