Roger Clyne relembra 30 anos de The Refreshments e a origem de sua música, marcada pelo deserto Sonorense e a fronteira com o México. Em Tempe, Arizona, ele fala sobre a voz de sua carreira enquanto prepara o novo álbum com a Peacemakers.
Agora, com o lançamento de Hell to Breakfast, o nono álbum de estúdio de Roger Clyne & the Peacemakers, ele celebra o marco de Fizzy Fuzzy Big & Buzzy, de 1996, que impulsionou sua trajetória. O álbum atual é produzido pela banda, com algumas faixas gravadas em estúdios do Texas.
Hell to Breakfast teve nove faixas compostas por Clyne, sendo uma coescrita com Miles Nielsen. A peça é majoritariamente autoproduzida, com Naffah e Lusby na engenharia. Shelby Stone participa de Getaway, em dueto com Clyne, consolidando a conexão entre gerações.
Os Peacemakers são Clyne, Naffah, Nick Scropos e Jim Dalton. Dalton, líder dos Railbenders, assume a guitarra principal e comenta sobre o cuidado de Clyne com cada letra. A banda passou por mudanças no começo, mas se estabilizou desde 2009.
A memória de Fizzy Fuzzy Big & Buzzy permanece marcada por Banditos, single de sucesso. O tema ajudou a definir o som que mescla cultura nativa, mexicana e o deserto nas composições. O álbum de 1996 é lembrado como parte-chave da carreira.
O lançamento atual também serve para celebrar o legado de Circus Mexicus, festival criado por Clyne há mais de 25 anos. A edição de 2026 está programada para o fim de maio, em Puerto Peñasco, México, com lineup ainda em definição.
Clyne mantém o compromisso com causas públicas, incluindo a defesa de terras públicas na região do Arizona. Em parceria com o filho, Rusty, ele atuou contra a venda de terras públicas, ação que terminou sem avanço no Congresso.
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