Foi aos 4 anos que Angélica viveu uma experiência traumática em São Bernardo do Campo, SP: uma invasão à casa da família por assaltantes, com tiroteio e reféns. A irmã escapou de uma situação fatal, após um revólver ter sido colocado na boca dela.
A violência deixou marcas profundas e fez com que a apresentadora fizesse terapia por longo tempo. Anos depois, Angélica conectaria esse passado ao apoio recebido de uma figura pública que ajudaria em sua recuperação.
O episódio, que ocorreu no final dos anos 1970, é citado pela própria Angélica como ponto que moldou sua trajetória pessoal e profissional. O relato também reforça como momentos de crise podem influenciar escolhas de vida.
A ligação com Chacrinha e o início da carreira
Segundo a atriz e cantora, o apoio recebido no programa de Chacrinha foi determinante para superar o trauma. A convivência no palco a deixou mais confiante para seguir em frente, abrindo portas para participações com comerciais e, mais tarde, para a carreira na TV.
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