Ink, cantora, compositora e produtora, está focada em Nashville. A artista de 39 anos já colaborou com Kendrick Lamar e Beyoncé, e agora mira o circuito country na cidade. O movimento ocorre após reconhecimento recente em premiações.
Ela acumula parcerias que ampliam a influência entre gêneros. No Grammy, foi indicada pelo trabalho em GNX de Kendrick Lamar. Em 2025, Kuba de Cowboy Carter, da Beyoncé, faturou o prêmio de Álbum do Ano. Ink celebra a música acima de rótulos.
Em outubro, lançou o EP Big Buskin’, que remete aos tempos de tocar por moedas em Atlanta. A cantora se prepara para lançar um álbum completo de country, mantendo o foco na qualidade musical. A ideia é apresentar conteúdo autêntico independentemente do rótulo.
Mudança de cenário e influências
Ink cita referências de Sturgill Simpson, Charley Pride e Kacey Musgraves, além de Kane Brown. Ela também mencionou a influência de artistas que cruzam fronteiras entre estilos. A cantora mantém o diálogo com o público sem abandonar sua identidade.
A artista participou do Future of Music, no SXSW, e fará sua estreia no festival Stagecoach, em abril. A agenda inclui apresentações ao vivo para mostrar o amadurecimento do projeto country, sem abrir mão de sua essência artística.
Hoedown, faixa de Big Buskin’, sintetiza o espírito da fase atual: energia positiva com batidas de line dance. Nela, Ink reforça a ideia de autenticidade e de uma trajetória que mistura Georgia e Tennessee. A produção continua em evolução.
Entre na conversa da comunidade