Charlie Puth revelou, em uma entrevista recente à Rolling Stone, que percorreu quase uma década seguindo seus próprios rastros na carreira. O cantor descreveu esse período como uma busca por direção, antes de apresentar o novo álbum Whatever’s Clever como o seu trabalho mais pessoal até aqui.
O disco mescla pastiche pop com letras reveladoras, segundo o próprio artista. Puth divide a produção com BloodPop, mantendo a linha de uma música cativante aliada a uma visão artística mais aberta. A faixa de abertura, chamada Changes, aposta em teclados dos anos 80, coral gospel e uma linha de piano que lembra Bruce Hornsby.
Entre as faixas, o álbum preserva o tom otimista e a busca pela autenticidade. Beat Yourself Up traz uma pegada sophisti-pop que remete a Scritti Politti e Swing Out Sister, com mensagens de alegria e gratidão pela vida. O conjunto, segundo a análise inicial, transmite confiança e experiência musical.
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