Em 2017, durante uma viagem ao Rio de Janeiro, o autor encontrou duas comissárias de bordo negras. Ele publicou a experiência na Revista RAÇA, gerando grande repercussão nas redes.
Desde então, relata ter visto raras comissárias negras em várias viagens por cidades como Salvador, Rio, Porto Seguro, Porto Alegre, Brasília, Belém, Curitiba, além de visitas a França e Portugal. A frequência foi menor que a esperada.
Nesta semana, ao retornar do Rio, encontrou uma única comissária negra e refletiu sobre a presença de profissionais negros em funções de atendimento a público. A percepção é de que há barreiras invisíveis para acesso a cargos com maior visibilidade.
Desigualdade na aviação
Pacotes de dados sobre representatividade em profissões de serviço indicam baixa presença de pessoas negras em cargos de comissaria e, ainda mais, de piloto. A discussão aponta para a necessidade de políticas de diversidade nas empresas.
A reflexão parte de perguntas sobre qual seria a raiz da desigualdade: qualificação, interesse, oportunidades ou dinâmica de poder. A importância de mudanças estruturais é destacada sem emitir julgamentos.
A história também cita o tema da aviação de forma crítica, discutindo o que seria necessário para aumentar a presença negra em funções estratégicas, sem afirmar fatos não verificados.
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