A reportagem apresenta três opções de viagem de longa distância que não passam por aeroportos, destacando como cada modalidade transforma o trajeto em parte da experiência. Em vez de voar, famílias e viajantes buscam conforto, convivência e menor impacto ambiental.
A opção de viajar de carro recreativo (RV) permite levar o lar junto, com cozinha completa e espaço para cães e outras necessidades. Veículos de aluguel facilitam o acesso a parques nacionais e rotas cênicas sem depender de voos ou trens.
Outra alternativa é a viagem de trem, com rotas que conectam várias regiões dos Estados Unidos, Canadá e além. Os trens costumam oferecer vagões com refeições, cabines para pernoite e janelas amplas para observar a paisagem, com menor emissão de carbono.
A terceira opção envolve a travessia em oceano, por navios transatlânticos ou “repositioning cruises” que movem navios entre regiões. Em especial, o Queen Mary 2 permite uma travessia com atividades diárias a bordo e menos efeito de jet lag ao chegar.
RV: vantagens, custos e conveniência
O uso de RV pode reduzir custos por pessoa ao dividir transporte, alimentação e hospedagem. Segundo especialistas, a flexibilidade de horários evita filas aéreas, troca de hotéis e horários de check-in.
Trens: conforto, rotas e sustentabilidade
As viagens de trem permitem circular entre cidades com mobilidade a bordo, carruagens de restaurante e cabines para longas jornadas. Em termos de impacto ambiental, o trem apresenta emissões menores do que avião ou carro.
Oceano: experiência e curiosidades da travessia
Navios transatlânticos mantêm casco reforçado para enfrentar o oceano, oferecendo programas diários e paradas em diferentes regiões. A travessia costuma durar cerca de uma semana, proporcionando descanso e ritmo próprio.
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