O Charlie Brown Jr. terá uma turnê que celebra a trajetória da banda por meio do Acústico do CBJr. A formação atual fica a cargo de Thiago Castanho e Marcão Britto, remanescentes dos anos 90 e 2000, com a participação de Mascote no baixo e Filipe Costa na bateria. O foco é revisitar a obra da banda sem perder a essência de sua discografia.
A estreia da turnê está marcada para 30 de maio, em São Paulo. O objetivo é oferecer um recorte amplo da trajetória do CBJr, incluindo faixas que compõem o Acústico MTV lançado em 2003, além de revisitar a carreira da banda que acompanhou o vocalista Chorão.
Entre os que integram o projeto está Rafael Carleto, empresário e morador de Apucarana (PR). Carleto foi convidado para assumir os vocais, após uma trajetória ligada ao CBJr por meio de bandas cover e de encontros com Chorão e com integrantes da banda ao longo dos anos.
Envolvidos e trajetória
Carleto integrou a cena rock de Apucarana, fundou a Viva F3 em 2010, conhecida por performances de tributo ao CBJr. A banda passou a ter maior visibilidade após encontros com Marcão e Thiago, em eventos entre 2014 e 2019, período em que colaboraram em shows de celebração aos 30 anos do CBJr.
A aproximação ganhou força durante a turnê de comemoração dos 30 anos, quando Marcão convidou Carleto para participar da produção musical. Três dias após o convite, o artista já ensaiava em Santos e passou a realizar participações em apresentações, inclusive no festival João Rock em 2024.
Em setembro, Carleto assumiu integralmente os vocais da turnê do CBJr. A agenda previa continuidade em 2025, com a data de 30 de maio como primeiro show da nova proposta de palco acústico, que revisita a carreira da banda sem substituir Chorão, cujo papel é considerado insubstituível por Carleto.
Sobre o formato e o objetivo
A proposta da tour é manter o respeito pela memória de Chorão, reconhecendo sua presença histórica no grupo. A mensagem principal é manter a identidade do CBJr intacta, ao mesmo tempo em que a formação atual apresenta uma releitura dos clássicos da banda.
Os organizadores destacam que o projeto não pretende imitá-lo, mas apresentar uma leitura cuidadosa do repertório com a disciplina de um show ao vivo, preservando a energia e a essência que marcaram o CBJr ao longo de sua existência.
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