O Festival É Tudo Verdade anunciou os vencedores da edição atual, que teve início no dia 9 e terminou neste domingo, após a exibição de 75 filmes. A premiação aponta para temas como paternidade e o trabalho em escola pública, com equilíbrio entre produção brasileira e internacional.
O prêmio de melhor longa brasileiro ficou com Sagrado, de Alice Riff, que mergulha na rotina de professores e funcionários de uma escola pública em Diadema, na região metropolitana de São Paulo. Apocalipse Segundo Baby, dirigido por Rafael Saar, recebeu a menção honrosa na mesma categoria.
Em competição internacional, o grande vencedor foi Um Filme de Medo, de Sergio Oksman, que mora na Espanha. O documentário acompanha a relação entre pai e filho durante uma estadia em um hotel de Lisboa, sem elementos sobrenaturais, apenas distâncias emocionais.
Entre as menções, destaca-se Meu Pai e Gaddafi, da estreante Jihan, na categoria de terror. O curta Sonhos de Apagão, de Gabriele Licchelli, Francesco Lorusso e Andrea Settembrini, ficou com o prêmio internacional na área de curtas. Já Os Arcos Dourados de Olinda, de Douglas Henrique, foi reconhecido entre os brasileiros.
Os vencedores do É Tudo Verdade passam a ter elegibilidade para as categorias de documentário do próximo Oscar.
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