Stewart Copeland, baterista do The Police, revelou uma comparação incomum para descrever a banda. Em entrevista ao programa 60 Minutes, ele contou como encara a dinâmica do grupo, especialmente durante a turnê de reunião.
O relato reforça a história de tensões entre Sting, Copeland e Andy Summers, que sempre marcaram a relação entre os músicos, inclusive em aspectos de gestão artística e de carreira. Segundo Copeland, houve momentos de conflito, que chegaram a exigir um tipo de “terapia de banda” para chegar a um acordo.
Na conversa, o baterista detalha que toca com uma motivação física, quase visceral, ligada ao ato de tocar, além de explicar que, para ele, a música serve à banda como objetivo principal, mesmo que outros membros priorizem aspectos diferentes do processo criativo. Ele descreve ainda que, no fundo, boa parte da atuação dele é movida pela experiência de executar e sentir a performance no palco.
Ao concluir a entrevista, Copeland faz uma comparação marcante sobre a identidade visual da formação durante apresentações. Ele afirma que o The Police pode ser entendido como um terno da Prada feito de arame farpado: a aparência é atraente, mas o conjunto é desconfortável. O vídeo da entrevista está disponível no Instagram, conforme divulgado pela reportagem.
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