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Violência persiste, mas a mulher mudou, diz Zezé Polessa

Zezé Polessa analisa a mudança do papel da mulher na sociedade; feminismo cresce, porém a violência contra mulheres permanece

Zezé Polessa
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Zezé Polessa aborda a relação entre música, cultura e sociedade ao vivo, com enfoque nas mudanças do universo feminino desde as décadas de 1960 e 1970. Em cartaz no Teatro Clara Nunes, no Rio, a atriz apresenta uma montagem dedicada a Nara Leão, ícone da época, que ganha nova leitura cênica diante do público atual.

A encenação chega aos palcos cariocas para reverberar a relevância de Nara Leão na música brasileira. O foco recai sobre a década em que a música A Banda participou do II Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record, marcando a comunicação entre artistas e o público. A obra reúne a trajetória de Nara e Chico Buarque, celebrando uma canção que alcançou grande popularidade ao lado de Disparada, de Jair Rodrigues.

A entrevista vai ao ar na coluna GENTE, que é publicada toda segunda-feira. O conteúdo está disponível no canal VEJA+ no YouTube, além de plataformas como Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channel e Roku, com versão em podcast no Spotify. A conversa também aborda as transformações vividas pela mulher na sociedade brasileira ao longo de quase seis décadas.

Sobre a conversa com Zezé Polessa

A atriz comenta, com base em pesquisa e experiência, o papel da mulher na cultura e na sociedade. Ela destaca a relação entre feminismo e mudanças de comportamento, citando a persistência da violência de gênero e a necessidade de defesa de direitos. Segundo Polessa, a violência persiste, mas a atuação feminina tem ganhado espaço e prática de autodefesa.

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