Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gabriela Prioli aborda identidade e origens em entrevista

Na Vogue Brasil, Prioli revela ter sido moldada por uma tradição masculina europeia e, ao buscar as mulheres esquecidas nas prateleiras, amplia o próprio vocabulário

Gabriela Prioli estreia como colunista na Vogue Brasil — Foto: Divulgação/Renata Zambello
0:00
Carregando...
0:00

Gabriela Prioli estreia como colunista na Vogue Brasil, em uma coluna que aborda formação e identidades. O texto narra como a autora cresceu cercada por uma tradição literária centrada em homens europeus do século XIX e o que ocorreu ao promover a inclusão de escritoras nas suas referências.

A autora relata a experiência de buscar memórias paternas, apesar da perda precoce do pai. Ela descreve como a leitura dele, marcada por autores como Zola e Hugo, ajudou a moldar uma visão de mundo centrada na humanidade masculina, com impacto duradouro na própria percepção de identidade.

Ao reconhecer a lacuna de vozes femininas na biblioteca familiar, Prioli decide ampliar o repertório literário. Ela explica que essa ausência não se resume à falta de autoras, mas à marginalização de mulheres na literatura. A partir desse entendimento, a coluna propõe revisitar obras e ampliar horizontes para entender melhor a própria história.

Transformação de perspectiva

Prioli descreve o desejo de incorporar vozes femininas como forma de coerência pessoal e intelectual. A partir dessa mudança, ela passa a reconhecer o valor de distintas tradições literárias, abrindo espaço para debates sobre gênero, tempo e lugar em suas referências.

Elas que expandem o mundo

A coluna lista nomes de escritoras que passaram a compor o repertório da autora: Maria Firmina dos Reis, Júlia Lopes de Almeida, Cora Coralina, Cecília Meireles, Raquel de Queiroz, Patrícia Galvão, Carolina Maria de Jesus, Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles e Nélida Piñon. Segundo Prioli, essas vozes não substituem, mas ampliam o horizonte. Elas ajudam a transformar o que é lido em uma experiência mais completa de si.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais