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Mara Maravilha expõe bastidores da adoção e critica fertilização

Mara Maravilha narra anos na fila de adoção, critica a fertilização e defende a adoção como caminho responsável para formar família

Miguel Benjamin e Mara Maravilha
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Mara Maravilha conta a história da maternidade de forma direta e sem romantizações. Após tentativas de engravidar, ela passou por fertilização in vitro e ficou mais de quatro anos na fila de adoção, até se tornar mãe de Miguel Benjamim, hoje com 7 anos. O relato foi feito à coluna GENTE, visando esclarecer os bastidores do caminho até a guarda.

A apresentadora descreve como percebeu a burocracia da adoção como necessária diante de irregularidades envolvendo crianças. Segundo ela, seguir o processo legal reduz riscos de situações como tráfico ou abusos e evita que a história de uma criança se perca em repetidas transferências entre famílias.

Além disso, Mara reflete sobre o uso do rótulo filho adotivo e defende que o termo não deve ser utilizado para separar vínculos. Ela enfatiza que Miguel é apenas seu filho, sem necessidade de distinção pelo modo como veio ao mundo.

Adoção, fertilização e escolhas pessoais

Antes de Miguel, Mara tentou gestar por meio da fertilização com óvulos de doadora, mantendo embriões congelados. Ela relatou que houve necessidade de despesas com descarte do material biológico quando decidiu pela adoção.

Uma mudança decisiva ocorreu após um procedimento médico ligado à ovulação. Após a cauterização, Mara recebeu a comunicação do conselho tutelar e optou por não prosseguir com a inseminação, consolidando a adoção como caminho principal.

A visão de Mara sobre família também é moldada por sua história pessoal: criada pelo padrasto, ela afirma que esse vínculo é tão legítimo quanto o de quem nasce de forma biológica. Ela rejeita ditados que diminuem o papel do padrasto na formação familiar.

Criança, família e fé

Mara destaca que a maternidade chegou em momento considerado relevante para o seu propósito religioso. A apresentadora diz que a adoção representa uma dimensão divina, associando o caminho escolhido ao respeito à doutrina de que a adoção é parte de um plano maior, não da ambição de ter um filho biológico.

Sobre a idade, ela reconhece os desafios físicos da maternidade tardia, mas sustenta que a responsabilidade tem peso maior do que a idade. Ela reforça que há jovens com menos experiência e menos preparo para a parentalidade do que pessoas mais velhas.

Ao final do relato, Mara afirma que, na prática, a adoção é preferível a realizar fertilização com óvulo de outra mulher, entre as opções discutidas para formar uma família.

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