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Quais fatores explicam as mudanças físicas de Demi Moore

Especialistas associam mudanças na aparência de Demi Moore ao uso de medicações para emagrecimento e a liftings faciais modernos, com foco em resultados mais naturais

Demi Moore na estreia britânica de "Landman", realizada no Cineworld Leicester Square
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Demi Moore volta a chamar atenção por mudanças na aparência. Em aparições recentes, a atriz foi apontada por especialistas como influenciada por emagrecimento acelerado e por tratamentos estéticos, incluindo possíveis liftings faciais. O debate ocorre em meio a discussões sobre padrões de beleza e acesso a medicamentos.

A principal hipótese envolve o uso de medicamentos para perda de peso, como Ozempic e Mounjaro. Profissionais afirmam que a perda rápida de gordura pode deixar o rosto menos preenchido, com regiões como bochechas, mandíbula e área dos olhos mais flácidas.

Especialistas ressaltam que as mudanças não são apenas de pele. O envelhecimento facial envolve perda de gordura, alterações ósseas e modificações musculares. O lifting moderno busca tratar múltiplas camadas, promovendo resultado mais natural e duradouro, segundo a cirurgiã Beatriz Lassance.

Em 2024, surgiram sinais de um possível lifting facial próximo ao rosto de Demi, com cicatriz visível e traços mais esticados. A repercussão cresceu ao lado de debates sobre o uso de técnicas como o deep plane facelift, que ganhou espaço nos últimos anos.

A técnica, quando bem indicada, pode elevar bochechas, reduzir sulcos e redefinir a linha da mandíbula. Assim, o objetivo é suavizar sinais de envelhecimento sem criar aparência artificial, conforme explicação de especialistas à imprensa.

Outras hipóteses levantadas envolvem procedimentos prévios de maquiagem estética que Demi teria realizado, incluindo cirurgia nas pálpebras, rinoplastia e provável mamoplastia, conforme apurado por veículos de imprensa.

Além disso, o tema envolve o uso de “canetas” para emagrecimento. Embora aprovadas para obesidade e diabetes tipo 2, questionamentos surgem sobre uso estético. Estudos originais concentraram-se em pacientes com doenças crônicas.

Médicos alertam que pacientes sem condições crônicas podem enfrentar riscos não totalmente estudados a longo prazo, como perda de massa magra, deficiências nutricionais e alterações hormonais.

No Brasil, o mercado de medicamentos para perda de peso tem entrado em pauta pela presença de produtos falsificados e formulações manipuladas. Especialistas destacam a falta de fiscalização equivalente à da indústria farmacêutica.

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