Forza Horizon 6 não permite destruir templos religiosos nem árvores de cerejeira em sua representação do Japão. A decisão foi confirmada pelo diretor de design da Playground Games, Torben Ellert, em entrevista ao Japan Times.
O jogo, lançado em Acesso Antecipado nesta sexta-feira, apresenta uma visão realista do Japão, mas impede dano às cerejeiras icônicas e a interiores de templos. A equipe justificou a escolha como respeitosa à cultura local e relevante para a experiência do título.
Essa abordagem difere de polêmicas anteriores em jogos similares, como Assassin’s Creed Shadows, que permitia danos a santuários. A Ubisoft reconheceu o erro cultural e removeu esses elementos por meio de atualizações.
Para o desenvolvedor, o Forza Horizon 6 não é uma simulação, mas oferece elementos realistas. Assim, restrições de destruição convivem com uma jogabilidade que explora eventos desafiadores, como os novos modos Rush.
Os eventos Rush foram criados para testar controle e paciência, com pistas que funcionam como labirintos, curvas difíceis e caminhos sem saída aparente. A ideia é desafiar jogadores sem comprometer a ambientação.
O estúdio também garantiu autenticidade regional por meio de pesquisa extensa. Carros, estações de rádio e ambientação foram ajustados para fazer sentido no Japão retratado no jogo.
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