O tapete vermelho de Cannes voltou a abraçar o rosa, seguindo a leitura apresentada pela imprensa com antecedência. O tom, que ganhou força com o chamado Barbiecore, aparece agora em versões mais suaves, elegantes e com atmosfera cinematográfica. A cor domina a noite francesa entre flashes e o brilho do Mediterrâneo.
A tendência foi percebida como uma versão mais contida do rosa, sem a extravagância de anos anteriores. Em Cannes, tons blush, chá e ballet pink aparecem em saias amplas e tecidos fluidos, combinando romantismo com imponência. O festival funciona como termômetro da moda, e o rosa aparece de forma menos caricata.
Entre as presenças marcantes, Demi Moore foi pauta de diversas discussões com um vestido rosa de grande volume, assinado pela casa Matières Fécales, combinado a joias da Chopard. O look dividiu opiniões por seu impacto visual, mantendo a linha de assinatura do vestido: dramaticidade sem exagero.
Outros nomes contribuíram para o conjunto, com peças em rosa que variaram entre tafetás, seda e modelos com caimento fluido. O rosa apareceu em saias amplas, vestidos de corte reto e detalhes sutis, mantendo o equilíbrio entre sofisticação e expressão emocional.
Protagonismo do rosa na passarela de Cannes
A cobertura dos desfiles e das presenças internacionais reforça a leitura de que o rosa não é apenas tendência passageira. O tom surge como estado de espírito, alinhado a uma estética de alta-costura clássica em vez de referências puramente pop. Tecidos esvoaçantes e iluminação dourada realçam esse efeito na Riviera.
Demi Moore encabeça a lista de sinais dessa transformação, seguida por outras celebridades que desfilam looks rosados assinados por casas como Tamara Ralph, Miu Miu e Chanel. As escolhas enfatizam delicadeza, volume controlado e acabamento de alto padrão, alinhados ao cenário cinematográfico do festival.
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