O Aston Martin DB5 de 1963 tornou-se um ícone de espionagem ao ser escolhido como o veículo oficial de James Bond nas telas. A parceria entre o refinamento britânico e a imagem do agente trouxe ao carro reconhecimento global e associou a marca ao imaginário de alto custo e exclusividade.
O motor é um seis cilindros em linha de quatro litros, todo em alumínio, capaz de 282 cavalos de potência. O conjunto confere desempenho próximo ao de carros de corrida, sem abrir mão do conforto de um sedã de luxo.
Design e construção
A carroceria foi criada pela Carrozzeria Touring Superleggera, em Milão. Painéis de alumínio moldados sobre uma armação de aço leve conferem leveza e fluidez aos traços, com curvas contínuas e a icônica grade em forma de “T”.
Equipamentos de ficção
Na ficção, o DB5 ganhou gadgets que atraíram a imaginação do público: placas giratórias, assento ejetor e um escudo anti‑balas que surgia do porta-malas. Os itens foram descritos em registros históricos da Aston Martin como inovações para o cinema.
Legado e valor de mercado
Originals restaurados com certificação de fábrica atingem valores elevados em leilões de luxo. O motor vigoroso, o interior em couro e lã inglesa e o charme histórico mantêm o DB5 na vitrine de colecionadores e museus.
Aston Martin DB5 continua a representar o cavalheirismo e a elegância da indústria automotiva britânica, consolidando-se como símbolo perene do cinema de espionagem.
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