Martin Scorsese, aos 83 anos, atua como conselheiro da startup de inteligência artificial Black Forest Labs, anunciando nesta terça-feira, 2 de junho, sua participação no projeto que visa expandir limites criativos. A companhia promete experiências mais ricas para o público por meio de IA generativa.
O filme maker, conhecido pela trajetória em Hollywood, revelou ainda que utiliza ferramentas digitais no próprio processo criativo. Em vídeo divulgado pela Black Forest Labs, ele mostra a geração de storyboards com IA, ilustrando o visual pretendido de uma cena.
Segundo a nota publicada, Scorsese afirma já ter utilizado animação 3D em Hugo Cabret e rejuvenescimento digital em O Irlandês, defendendo que a tecnologia pode facilitar a comunicação entre equipes de produção. Não houve confirmação sobre investimento financeiro do cineasta na empresa.
Reação e contexto
Nas redes, a notícia gerou respostas divergentes. Parte dos usuários expressou preocupação com impactos ambientais da IA, bem como com efeitos no processo criativo e na economia de Hollywood. Comentários destacaram ceticismo quanto à participação do artista no debate sobre IA.
Ainda não há clareza sobre se Scorsese é investidor direto ou colaborador criativo exclusivo da Black Forest Labs. A empresa não forneceu detalhes adicionais sobre o papel do cineasta além da atuação como conselheiro.
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