Sharon Stone, atriz de 68 anos, comparou a inteligência artificial a uma banda cover incapaz de reproduzir a originalidade de seus criadores. Em entrevista à Variety, a estrela de Instinto Selvagem (1992) afirmou que não é adepta às novas tecnologias para a produção artística.
Segundo Stone, a IA reproduz referências já existentes sem criar algo verdadeiramente novo. Ela disse que a tecnologia nunca poderá substituir a atuação original nem a visão criativa humana, mantendo que ideias originais são irrecusáveis.
Apesar das críticas, a atriz reconhece usos úteis da IA, especialmente para organizar dados e reunir informações. Ela descreveu a ferramenta como uma enciclopédia tecnológica e deixou claro apoio ao uso prático, sem a ideia de que a máquina possa substituí-la.
IA como ferramenta
Stone ressaltou que a criatividade humana permanece insubstituível pela capacidade de gerar ideias originais. Ela apontou que a novidade é o que a torna única, destacando sua própria experiência criativa como diferencial.
A atriz mencionou que o entusiasmo em torno da IA pode levar a avanços sem reflexão sobre impactos culturais, históricos e sociopolíticos. Mesmo assim, ela destacou a importância de dialogar sobre o tema sem abandonar o que veio antes.
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