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Cleo Pires fala sobre início de terapia aos 17 anos

Atriz Cleo Pires relembra início da terapia aos dezessete, destacando autoconhecimento diante da pressão de ser filha de famosos

Cleo abriu o coração sobre sua trajetória na terapia, os desafios emocionais da juventude e o peso de ser filha de pessoas famosas
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  • Cleo Pires começou terapia aos 17 anos, motivada por sentimentos da infância que não conseguiam ser expressos.
  • Ela revelou que, no começo, achava que não seria compreendida, mas percebeu que suas angústias eram mais comuns do que imaginava.
  • A decisão de buscar acompanhamento ocorreu após a sugestão de um colega da escola; ela chegou a pagar a terapia com trabalhos e hoje está em acompanhamento contínuo.
  • Os pais, Gloria Pires e Fábio Júnior, inicialmente resistiram à ideia de terapia, mas depois apoiaram financeiramente e passaram a incentivar o cuidado com a saúde mental.
  • A atriz comentou sobre o peso de crescer sob holofotes e a pressão de corresponder a expectativas, defendendo o autoconhecimento como caminho de liberdade.

Cleo Pires abriu espaço para falar sobre a trajetória com a terapia, iniciada na adolescência. Em conversa com a revista Quem, a atriz revelou que começou aos 17 anos, movida por sentimentos desde a infância que não conseguiam ser entendidos.

Ela explicou que, desde cedo, percebia emoções que não encontravam expressão, e que acreditava que ninguém iria compreender o que pensava. Com o tempo, percebeu que seus sentimentos eram mais comuns do que imaginava.

A decisão de buscar ajuda ocorreu de forma espontânea, após uma sugestão de um colega da escola para conhecer uma terapeuta. A experiência foi marcante e a atriz passou a manter o acompanhamento de forma contínua.

A relação com a família

Cleo, filha de Gloria Pires e Fábio Jr., contou que os pais resistiram no início por questões geracionais e pelo contexto de exposição pública. Mesmo assim, houve apoio para buscar o tratamento.

A atriz contou que o pai acabou financiando a terapia, o que ajudou a manter o acompanhamento. Com o tempo, a percepção da família mudou e todos passaram a valorizar o cuidado com a saúde mental.

Desafios de crescer sob os holofotes

Cleo destacou a pressão de ter sobrenomes tão conhecidos desde a infância. Segundo ela, cada ação repercute nas pessoas próximas e isso pode parecer aprisionador para quem está aprendendo a se conhecer.

Ela reforçou que não busca se comparar a outras pessoas, defendendo uma trajetória única para cada indivíduo. A atriz também destacou que o autoconhecimento é essencial para lidar com cobranças externas.

A reportagem ressalta que o cuidado com a saúde mental é visto por Cleo como um gesto de coragem e autocuidado, especialmente para quem vive sob a luz de holofotes. A entrevista completa continua a discutir aprendizados e caminhos pessoais.

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