O chef Jaime Torregrosa transformou viagens, pesquisa e memórias em identidade do Humo Negro, em Bogotá, hoje um dos restaurantes mais comentados da Colômbia. O estilo do espaço remete ao grunge, com uma cozinha que mistura técnicas internacionais e ingredientes locais.
A parceria com a antropóloga Chelsea Schmidt, sua esposa, é central. Juntos pesquisam ingredientes e tradições culinárias em regiões remotas da Colômbia e mantêm um projeto de preservação de patrimônios alimentares. O site Global Gastros resume a atuação.
O cardápio mescla técnicas aprendidas pelo mundo a ingredientes colombianos como chontaduro, chipi chipi, carantanta e mambe. Uma das opções emblemáticas é a Crema Nora, sopa que homenageia a mãe do chef.
Do Humo ao Lobo
O Humo Negro ocupa a 41ª posição no Latin America’s 50 Best Restaurants. O omakase custa cerca de R$ 460 e combina pratos como niguiri de mandioca e ovinho de Quindío, com coquetéis de Manuel Barbosa, sócio do restaurante.
O projeto Lobo Negro, de Torregrosa e Barbosa, funciona como galeria de arte em três andares, conectando gastronomia, música e jogos. Os pratos para compartilhar variam de R$ 23 a drinques a partir de R$ 50.
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