Um viajante que atravessava Creta, na Grécia, em pleno verão de 1978, ficou preso na vila distante de tudo. O calor intenso tornava o caminho difícil e as caronas demoravam a aparecer.
Carros passavam pouco e em alta velocidade, sem parar para ele. Contactando apenas com esforço a população local, o viajante descreve ter sentido fome e cansaço ao ficar horas sob o sol.
Uma mulher vestida de preto aproximou-se dele, carregando uma bandeja coberta com tecido branco. Ao abrir a tampa, revelou pão recém-assado, queijo feta, tomates, azeitonas e suco de laranja.
Ela ofereceu o banquete sem hesitar e falou em grego, em tom firme, sem esperar resposta. O viajante aceitou a comida, que alimentou o corpo cansado e mudou o humor dele no instante.
O gesto, segundo o relato, não teve retorno imediato, já que o veículo que o levaria só apareceu depois. Ação descrita como um marco de bondade entre estranhos ficou gravada na memória.
O impacto do ato
O narrador afirma que aquele momento reforçou o princípio de tratar os outros como gostaria de ser tratado. A lição ficou associada à ideia de empatia, que ele passou a levar ao longo de sua trajetória de vida.
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