Pequena Lô, humorista de 30 anos, relembra que o São João começa na escola e ganha contornos afetivos ao longo da vida. Em entrevistas, a artista traduz o festival para memórias de infância, família e amizades que marcaram seu jeito de brincar junino.
A trajetória de Pequena Lô começa na infância, em Araxá, Minas Gerais, onde participava ativamente das coreografias escolares desde o jardim de infância. A presença nos palcos escolares era constante e marcava o vínculo com a festa.
Entre as lembranças, aparecem a cantiga, a canjica da avó e a pescaria. Pratos típicos ocupam lugar especial no repertório afetivo, com canjica e cachorro-quente como itens indispensáveis para a artista.
Na adolescência, a música de festas juninas de escola formou a trilha sonora das confraternizações. Forró e sertanejo acompanhavam encontros, paqueras e a curiosidade dos bilhetes entre amigos.
O correio elegante é lembrado como uma das brincadeiras favoritas. Da mesma forma, a pescaria rendia brindes e mensagens entre colegas, fortalecendo a relação com os crushes da época.
Santo Antônio é citado como o santo mais marcante nas tradições juninas, associado a relacionamentos. A artista ressalta uma identificação com o santo casamenteiro, ainda que não participe de simpatias com frequência.
Entre as experiências marcantes, o São João da Thay, no Maranhão, sob a organização da influenciadora Thaynara OG, figura entre as melhores lembranças. A recepção do público é destacada como especial a cada edição.
A memória de São João para Pequena Lô mistura cultura local e afeto familiar, criando um mosaico que liga infância, amigos e celebrações. A humorista mantém a tradição como referência pessoal de convivência e alegria junina.
Entre na conversa da comunidade