Tragédia e duelo marcam a terceira temporada de A Casa do Dragão, cujo primeiro episódio estreia neste domingo, 21, às 22h, no HBO Max e no HBO. A temporada promete ampliar o conflito entre os grupos conhecidos como Pretos e Verdes, que domina a narrativa desde a Dança dos Dragões.
Parte do elenco, em participação com a CNN Brasil, descreve a temporada como inevitável e violenta. A tensão entre Rhaenyra e Alicent segue sendo o eixo central, com promessas de cenas marcadas por sangue, caos e mortes.
A produção, baseada no universo de George R. R. Martin, mantém o foco na Guerra Civil da Casa Targaryen, elevando a crueldade em relação aos desfechos anteriores. A transição de estratégias políticas para batalhas mais diretas é ressaltada pela equipe.
O que muda na terceira temporada
Ao retornar ao papel de Daemon Targaryen, Matt Smith comenta desafios físicos, como o uso diário da peruca, e a busca por uma atuação mais profunda. O ator ressalta que a paciência é testada, mas o objetivo é entregar veracidade.
Olivia Cooke fala sobre Alicent Hightower, que passa a romper o peso do dever. Ela descreve uma libertação gradual após anos de sacrifícios, movida pela busca do melhor para a família além do reino.
Fabien Frankel, que vive Sor Criston Cole, aponta a transformação do personagem ao longo de cinco anos de produção. O ator destaca a dificuldade de manter a essência diante de mudanças significativas.
Espelhando os temas da temporada
O elenco cita momentos-chave da trajetória, incluindo encontros e decisões que moldam o futuro das personagens. A ideia central é mostrar consequências mais violentas e um conflito em franca escalada.
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