A plataforma Rumpi, criada pela Atabaque em parceria com o CESAR, centraliza contratos, catálogos e pagamentos de artistas. O objetivo é destravar royalties e organizar informações sobre receitas, direitos autorais e acordos. O projeto nasce de um modelo de tech venture building.
A iniciativa agrega a expertise de mercado da Atabaque com a capacidade tecnológica do CESAR. O objetivo é transformar processos fragmentados em uma solução escalável que reduza dependência de tarefas manuais.
Antes da plataforma, a Atabaque atuava como agência de marketing musical desde 2021, apoiando artistas independentes. Os fundadores identificaram a necessidade de profissionalizar o setor e migraram para um produto de dados.
A construção do Rumpi exigiu manter a negócio existente e criar uma nova frente, com uma abordagem de ambidestria organizacional. O objetivo foi combinar operação atual com inovação tecnológica.
Durante o soft launch, a ferramenta processou 35 milhões de reais em relatórios e 15 bilhões de plays, reunindo informações de contratos, catálogos e royalties em um único ambiente. Investidores do setor acompanharam o projeto, incluindo Ludmilla.
Para os dirigentes, o Rumpi representa uma mudança estrutural no mercado musical, com maior autonomia para o artista. A próxima etapa envolve estimular a adoção de práticas de gestão entre artistas e profissionais da cadeia.
Entre na conversa da comunidade