Bella Hadid, supermodelo de 29 anos, relatou enfrentar uma crise intensa da doença de Lyme nesta semana, compartilhando dificuldades para atividades simples do dia a dia. No relato, a modelo descreveu ficar sem fôlego ao caminhar até a cozinha e considerar que tomar banho sem desmaiar foi uma conquista.
A doença de Lyme é causada por uma bactéria transmitida pela picada de carrapatos e, no caso de Bella, o diagnóstico foi feito em 2012. A infecção é relativamente comum na América do Norte e na Europa, mas rara no Brasil, conforme informações de especialistas.
Desabafo e reação
Na quinta-feira, 25, Bella publicou mensagens no Instagram para explicar a oscilação do tratamento, citando semanas difíceis e noites longas de sono. Ela disse ter seguido protocolos de médicos, mas ainda assim não obter resultados esperados. Também mencionou autodiagnósticos prévios e a dificuldade de realizar tarefas simples.
Horas depois, a modelo tranquilizou os seguidores, pedindo desculpas por ter preocupado pessoas próximas. Ela afirmou que a realidade de quem convive com a doença envolve altos e baixos constantes e agradeceu o apoio recebido há 15 anos de sua base de fãs.
Sobre o tratamento e sintomas
A Lyme costuma responder bem ao tratamento com antibióticos quando detectada precocemente, porém alguns pacientes relatam sintomas prolongados por meses ou anos após o controle da infecção. Entre os sinais mais comuns estão fadiga, dores, alterações cognitivas e distúrbios do sono, que podem variar conforme cada caso.
Contexto médico
Especialistas ressaltam que a persistência de sintomas após o tratamento gera debate científico. Em casos como o de Bella, a evolução pode exigir avaliação médica contínua para ajuste de terapias e manejo de limitações diárias, sem previsões definidas sobre a recuperação.
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