Belo abriu o Rock in Rio Lisboa com ares de cantor versátil. Em entrevista concedida no camarim, ele comentou a estreia no festival, a emoção de apresentar-se a mais de 100 mil pessoas e a performance em solo português sob expectativa de público diverso.
O artista afirmou que esperava um mix de públicos, brasileiro, português e africano, e ficou satisfeito com o resultado. Ele reforçou o interesse em retornar ao festival e destacou a energia da plateia.
Lado roqueiro do artista ganhou destaque durante o papo. Belo relembrou influências de Titãs, Legião Urbana e Capital Inicial, além de ter mantido o samba como raiz familiar. Ele também mencionou a amizade com Dinho e Chorão.
Na conversa, Belo falou sobre a relação com Djavan, confessando o desejo de gravar um dueto com o ídolo da MPB, com aval do artista. Ele já gravou músicas de Djavan em outras ocasiões.
Projetos na Globo foram tema recorrente. O cantor disse que permanece na emissora pelos próximos anos, com participação em novas novelas, além de atuar como mentor no programa Estrelas da Casa, ao lado de Anitta e Júnior Lima.
Sobre a atuação, Belo comentou a virada na carreira após a novela, mencionando a surpresa com a popularidade e a experiência ao contracenar com Marcos Palmeira. Ele descreveu a experiência como positiva e enriquecedora.
Quanto a futuros personagens, o artista confirmou interesse em vilões, sem adiantar detalhes, apenas sinalizando possibilidades desafiadoras e escolhas arrojadas para o futuro.
A entrevista completa foi encerrada com a referência à coluna GENTE, que mantém cobertura do Rock in Rio Lisboa e acompanha os desdobramentos da carreira de Belo.
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