O Épi Club, em Pampelonne, Saint-Tropez, mantém a discreet histórica de um espaço que nasceu em 1959 pela parceria de Albert Debarge e Jean Castel. O local se tornou referência de privacidade e ambiente diurno descontraído, atraindo um público seleto ao longo de décadas.
A fama de Saint-Tropez começou a crescer na década de 1950, quando o filme Et Dieu créa la femme, de 1956, estrelado por Brigitte Bardot, impulsionou o destino turístico. O Épi ocupou lugar de destaque nesse período, recebendo nomes da cultura e da política francesa.
História e legado
Em 1972 a propriedade passou para a mesma família, que manteve o espírito do local. Em 2018, a família McCourt adquiriu o clube e o reformou, mantendo a linha de discrição que caracterizava o espaço. Monica Damonte projetou o interior, com foco em equilíbrio entre conforto e natureza.
Estrutura e serviços
Atualmente, o Épi conta com nove bungalows situados entre pinheiros e vegetação mediterrânea, ao redor de duas piscinas de 21 metros. O acesso direto à praia de Pampelonne acompanha o conceito de refúgio privado, sem agitação comum a outros estabelecimentos da região.
O serviço é personalizado: hóspedes recebem atendimento por nome, há chef disponível para pedidos específicos e o chauffeur leva os visitantes ao vilarejo conforme a preferência, mantendo o ambiente sempre controlado e tranquilo.
Infraestrutura e experiências
Além das piscinas, o espaço oferece duas quadras de tênis de saibro, spa com Biologique Recherche, deck de yoga, academia com Technogym, seabobs e bikes elétricas para explorar a costa. O projeto busca preservar o equilíbrio entre luxo discreto e privacidade.
A referência histórica envolve também a fama de que Bardot, Hallyday, Deneuve e outros passaram pelo local, consolidando o Épi como símbolo de um turismo sofisticado. A atual gestão mantém o ponto de equilíbrio entre tradição emodernidade.
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