The Last Assassins chega como thriller distópico que bebe de Blade Runner, mantendo o cenário de cidade-ruína coberta por névoa esverdeada. A história apresenta uma jovem chamada Kid em fuga de invasores mascarados após o assassinato de seu pai.
A protagonista, interpretada por Athena Park, busca abrigo com a ajuda de Nobel, um aliado com katana, enquanto desbrava uma paisagem fora das cidades. A trama envolve uma tia desaparecida e uma tecnologia cibernética herdada do pai da Kid.
O filme se desenrola entre encontros genéricos e perseguições, com referências explícitas a identidades e à ética por trás da tecnologia. O visual é o ponto alto, com cenografia e iluminação que acentuam o clima cyberpunk, mesmo diante da simplicidade narrativa.
Traços visuais e produção
A estética visual é delineada por cenários detalhados, elementos de holografia nos carros e câmeras de segurança com leitura vermelha. A direção de Usas, com bagagem em arte, reforça a textura granular do universo apresentado.
A narrativa é permeada por flashs oníricos, como visões da Kid envolvendo um feto iridescente, que adicionam uma camada psicodélica ao conjunto. O ritmo, porém, permanece previsível para fãs do gênero.
Lançamento
The Last Assassins chega aos meios digitais no dia 6 de julho. O distribuidor não indicou plataformas específicas neste comunicado. A produção aposta em uma estética marcante para compensar a simplicidade da trama.
Fontes do elenco e da equipe de produção não foram amplamente divulgadas. O filme propõe uma leitura sobre identidade e poder tecnológico sem aprofundar as questões existentes no subtexto.
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