Viih Tube lança reality show chamado As Patroas, envolvendo 11 funcionários da influenciadora e de Eliezer. O prêmio total é de R$ 60 mil, distribuído entre os participantes ao longo das provas, com semelhança a uma competição entre empregados e familiares.
O programa, sem eliminatórias, é idealizado pela ex-BBB e gravado pelo casal. Os episódios serão lançados às terças e aos sábados no canal de Viih Tube no YouTube e nas redes sociais do casal. A ideia partiu da própria Viih Tube, segundo ela.
Na estreia, os participantes disputam provas de desempenho com objetivos financeiros e de pontuação. O primeiro desafio exige encontrar objetos escondidos pela casa, com moedas espalhadas por áreas como lago artificial, sala e até o banheiro.
No formato da prova inicial, um funcionário participa por sorteio e precisa anunciar uma palavra esdrúxula sem que os demais percebam. Se ninguém detectar, ele acumula R$ 2 mil; caso contrário, o prêmio é rateado entre os outros 10.
O episódio teve a participação de profissionais como babás, governanta, auxiliar geral e motorista, todos integrantes da equipe de Viih Tube e Eliezer. A vencedora da prova foi Vilma, uma das babás da filha do casal, Lua.
Vilma conquista 10 pontos, R$ 1 mil adicionais e ganha também uma gratificação extra: massagem, jantar ou hora extra de folga, conforme escolha do público. O prêmio principal de R$ 20 mil fica para o líder da classificação geral.
Além do show, o tema envolve a exposição da vida pessoal do casal. Em abril, Viih Tube e Eliezer discutiram consequências da hiperexposição para os filhos, Lua e Ravi, em entrevista ao Globo Repórter.
Uma deputada estadual, Ediane Maria Nascimento (Psol-SP), abriu representação contra Viih Tube e Eliezer no Ministério Público do Trabalho. O objetivo é apurar suposto assédio moral organizacional e condições de trabalho.
Entre as solicitações estão a abertura de inquérito, pedidos de esclarecimentos escritos, contratos e registros de ponto, além da cópia de conteúdos já publicados para análise. Também pede oitiva dos 11 empregados e avaliação de riscos psicossociais.
Caso as irregularidades sejam comprovadas, pode haver Termo de Ajustamento de Conduta ou Ação Civil Pública. A reportagem segue acompanhando as informações oficiais sobre o caso.
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