O Festival Filmes Incríveis desembarca em São Paulo com a terceira edição. A mostra acontece de 30 de julho a 12 de agosto no Belas Artes, exibindo 14 títulos de diferentes países ainda inéditos no Brasil. A programação reúne obras premiadas em festivais internacionais, como Cannes, Berlim e Roterdã.
Os filmes selecionados ajudam a levar ao público paulista obras de várias culturas, com foco em cinema autoral e de autor. A curadoria do Belas Artes busca aproximar o público da cidade a universos distantes por meio de títulos premiados ao redor do mundo.
Os ingressos já estão disponíveis para compra a partir de 21 de julho, no site do festival ou na bilheteria do Belas Artes. O valor é fixo de 20 reais a inteira; há a opção de um passaporte de cinco entradas por 45 reais na bilheteria.
Destaques da programação
Entre os destaques está Nina Roza – o Caminho de Volta, da Bulgária, vencedor do Urso de Prata de Melhor Roteiro na Berlinale 2026. O filme acompanha um especialista em arte que volta ao país para avaliar pinturas de uma jovem prodígio.
Outro título de peso é Viver Duas Vezes, Morrer Três Vezes, do Irã, selecionado na ACID de Cannes. A trama acompanha três trabalhadores soterrados que escondem a sobrevivência para proteger as famílias, levando a uma sequência de situações imprevisíveis.
Também está na mira A Mãe Bruxa, do Chipre, exibido em Roterdã. O longa é um terror fantástico sobre uma pintora que, ao tentar reaver os filhos mortos por rituais ocultos, libera forças sobrenaturais que ameaçam a comunidade.
Como funciona a mostra
A programação traz longas de 14 países, incluindo Alemanha, França e Afeganistão. A ideia é oferecer uma janela para culturas diversas por meio de obras de grande relevância crítica.
As sessões ocorrem no Belas Artes, um espaço emblemático para cinema de rua. A proposta é apresentar títulos que ainda não chegaram ao Brasil, com uma curadoria que privilegia filmes de autor com forte personalidade.
A organização do festival adianta que os filmes selecionados já passaram por reconhecimento em festivais internacionais de renome. A expectativa é ampliar o alcance de obras de cinema independente entre o público paulistano.
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