The making of Independence Day at 30: como a película se tornou um fenômeno de bilheteria e o que mudou no caminho. Em 1996, Independence Day estreou como um dos maiores sucessos de verão, impulsionando carreiras e definindo o gênero de invasão alienígena.
Os criadores Roland Emmerich e Dean Devlin contam que a ideia nasceu de uma imagem marcante: uma nave de 15 milhas pairando sobre uma cidade. O roteiro foi criado em semanas e abriu uma disputa entre estúdios antes de chegar à Fox, que abraçou o projeto.
Will Smith foi escolhido em vez de Kevin Spacey, após resistência de executivos de Fox que recusaram os dois nomes. Spacey ficou de fora e Bill Pullman foi escalado para o papel do presidente, descrito como alguém menos cínico e mais conciliador.
A relação entre Jeff Goldblum e Smith foi vista como cortante e complementar, com o elenco externo reforçando a coesão do trio central. A produção, de 72 dias, utilizou grande parte de efeitos práticos, com modelos e fundos pintados, mantendo o tom de disaster movie.
Desenvolvimento e recepção
Os diretores destacam que o teaser foi um dos mais testados da história do estúdio e que o lançamento, ainda quando não era claro, mostrou o potencial de público. A estreia global consolidou Jeff Goldblum e elevou a visibilidade de Will Smith no cinema de ação.
A recepção crítica valorizou o ritmo da narrativa e a estrutura de três protagonistas, inspirada em filmes de desastre dos anos 70. O filme ganhou o Oscar de efeitos visuais no ano seguinte e influenciou blockbusters posteriores, como Armageddon e The Day After Tomorrow.
Legado e sequências
Emmerich e Devlin seguiram trabalhando juntos, produzindo títulos subsequentes, incluindo uma continuação em 2016 que não alcançou o mesmo sucesso. Os cineastas reconhecem que a experiência foi marta para muitos projetos futuros, mesmo com altos e baixos.
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